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Peças de Artesanato da ASDAO participam da Feira do Artesanato Mundial em Goiânia

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A beleza da cultura popular brasileira por meio do artesanato e o contato com manifestações artísticas de diversos países poderão ser conferidos na quinta edição da Feira do Artesanato Mundial - FAM, que acontece de 26 de abril a 5 de maio, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia. Artesãs de Orizona, membros da ASDAO - Associação dos Artesãos de Orizona enviaram peças para serem expostas na Feira.
Num mesmo local, visitantes poderão fazer uma verdadeira viagem por meio do artesanato, presente na moda, decoração e até na gastronomia. E o melhor: opções de compras adquiridas diretamente do artesão, somadas a costumes e produtos que refletem as origens de diferentes povos e características de cada uma das culturas representadas na mostra.

Cerâmicas da Tunísia, tapeçarias da Índia, rendas da Síria, porcelanas da Turquia e bonecas típicas da Rússia, além de artesanatos vindos diretamente do Equador, Colômbia e Peru são algumas das atrações internacionais. Traços marcantes da cultura brasileira de estados como Pernambuco, Ceará, Minas Gerais e Rio Grande do Sul também poderão ser conferidas no espaço.
Como destaque, o artesanato produzido em Goiás estará representado num espaço de 150 m2, sob a coordenação da Central do Artesanato Goiano, programa da Secretaria de Estado de Indústria e Comércio. Peças de artesãos de cidades de Anápolis, Pirenópolis, Hidrolândia, Piracanjuba, Cristalina, cidade de Goiás, Orizona, Jataí, Caiapônia, Uruaçu, bem como peças de artesãos do Entorno do Distrito Federal (Cidade Ocidental, Valparaíso de Goiás e Luziânia), além da representação do artesanato da comunidade Kalunga de Cavalcante e outras, que refletem parte da identidade cultural do Estado, estarão representadas na FAM. Objetos de decoração em madeira, argila, fibra vegetal, tecelagem e artesanato mineral, além dos produtos típicos como doces, cachaças, geleias, creme de pequi e óleos essenciais serão comercializados no local.
O Girau de Saberes, da Universidade Federal de Goiás, também estará presente no evento com um espaço temático. O projeto promove a organização de grupos de trabalhos em torno da produção artesanal coletiva em comunidades Quilombolas, no território Kalunga. Tecelagem com fibras e sementes, além de bordados com a utilização de plantas medicinais, poderão ser adquiridos no local.
Mais de 70 mil visitantes são esperados na Feira, que além de 90 estandes, oferecerá um espaço gastronômico e apresentações de danças culturais de regiões brasileiras e de outros países. Todos os estandes irão aceitar cartões de crédito. Os produtos à venda variam de R$ 5 a R$ 3.000 com exceção dos móveis artesanais, que têm preços diferenciados.

Fonte: Portal de Notícias Goiás Agora.

21ª Festa do Peão de Orizona: de 6 a 9 de junho de 2013

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Vem aí a 21ª Festa do Peão de Orizona, que está prevista para acontecer entre os dias 6 e 9 de junho de 2013, no Parque de Exposições JV. O grupo Os Idealistas realizará o evento novamente. No dia 30 de março aconteceu o baile de escolha da Rainha da Festa.
Na programação artística, a dupla Felipe e Falcão abrirão a festa no dia 6 de junho. No dia 7, teremos Zezé de Camargo e Luciano, que se apresentará na cidade pela primeira vez. Sem dúvidas é o show mais esperado desta edição da Festa. No sábado, dia 8, será a vez de Gino e Geno e no encerramento, dia 9, a atração ficará por conta do jovem e badalado Cristiano Araújo. O locutor oficial será Ivan Diniz e a companhia de rodeio, a Cia de Rodeio Luiz Maronezzi.
A Festa do Peão de Orizona aconteceu pela primeira vez de 13 a 16 de maio de 1993, no Estádio Municipal Dom Antônio Ribeiro de Oliveira, organizado pelo grupo Os Progressistas. Desde então, a festa é realizada anualmente, sem interrupções.

Imagem: Montagem/ Anselmo Di Lima.

Realizada neste sábado, 30 de março, escolha da Rainha da 21ª Festa do Peão de Orizona

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No baile de Escolha da Rainha e Rainha Mirim da 21ª Festa do Peão de Orizona, realizado neste sábado, 30 de março, no Parque de Exposições JV, a grande vencedora foi a jovem Thais Moreira, de família da região de Buritizinho. Daíse Silva Fernandes foi eleita a 1ª princesa e Denise Gonçalves, a 2ª princesa. Na categoria Mirim, a vencedora foi Hellen Cristina Martins. As pequenas Camila e Stephane foram as 1ª e 2ª princesas mirins, respectivamente.
O baile foi animado com show da banda Alabama Country. A 21ª Festa do Peão de Orizona será realizada de 6 e 9 de junho de 2013, no Parque de Exposições JV. O grupo Os Idealistas irá pelo segundo ano promover o tradicional evento.
A dupla Felipe e Falcão abrirá a festa no dia 6 de junho. No dia 7 teremos Zezé de Camargo e Luciano, que apresentará na cidade pela primeira vez. No sábado, dia 8, será a vez de Gino e Geno e no encerramento, dia 9, a atração ficará por conta do jovem e badalado Cristiano Araújo.

Foto: Acervo Thais Moreira via Facebook.

Sementes ajudam comunidades no levante à independência

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O estado de Goiás enfrenta enormes desafios sociais e ambientais devido à expansão do agronegócio, orientado, especialmente, para a exportação de agrocombustíveis. A monocultura da cana-de-açúcar para etanol provoca o deslocamento de comunidades indígenas e camponesas, comprometendo também seus direitos humanos básicos. A rápida expansão de plantações para agrocombustíveis desconsidera o ecossistema local e ameaça a biodiversidade presente no Cerrado, encontrada unicamente na região. Outro grande desafio para a agricultura camponesa local é a disseminação de organismos geneticamente modificados, sementes que ameaçam a biodiversidade, empanturrando-se de água e consumindo grandes quantidades de insumos químicos. Estas sementes estão tornando a agricultura local mais dependente de outros insumos externos e de produtos químicos vendidos por algumas grandes empresas multinacionais.
Tal mudança da agricultura, controlada por conglomerados agrícolas, está afetando a capacidade das comunidades rurais de produzirem sua própria comida, especialmente porque cria uma concorrência desleal entre pequenos agricultores e grandes corporações. Com a expansão dos agrocombustíveis, e falta de controle sobre as sementes, os pequenos agricultores acabam não tendo outra opção além de vender suas terras para os grandes produtores e investidores internacionais. Esta mudança na agricultura brasileira também agrava a crescente influência das empresas transnacionais sobre o sistema alimentar local. No Brasil, três empresas controlam 66% dos grãos exportados - Cargill, Archer Daniels Midland e Bunge.
Neste contexto difícil, o Movimento Camponês Popular (MCP) e seu Programa de Sementes Crioulas (apoiado pela Grassroots Internacional) demonstram alternativas viáveis em face da agricultura industrial.
MCP é uma organização que defende, no Brasil, a proteção das economias camponesas, soberania alimentar e de sementes. O MCP organiza famílias camponesas e comunidades em torno de práticas de agricultura sustentável e tem sido uma voz de liderança no estado de Goiás frente os impactos negativos da expansão de monoculturas industriais como a cana-de-açúcar para produção de agrocombustíveis e a disseminação de sementes transgênicas.
O Programa de Sementes Crioulas, do MCP, incentiva o crescimento, produção e distribuição da herança tradicional - ou crioula - sementes para culturas alimentares adaptadas às condições locais. Através de experimentos liderados pela comunidade, os agricultores testam centenas de variedades locais de milho, feijão, arroz, mandioca e culturas de cobertura para melhoria do solo. O MCP seleciona variedades de alto rendimento para multiplicação e ajuda os agricultores a comercializar, para outras comunidades rurais, as melhores variedades de sementes crioulas.
Além da restauração do mercado de sementes crioulas, o programa do MCP está reunindo camponeses para juntos aprenderem sobre outras práticas de agricultura sustentável e, mais importante, para proteger os seus interesses em um contexto de boom da produção de agrocombustíveis. O Programa de Sementes Crioulas demonstra, com sucesso, a produtividade das sementes e sua não dependência de insumos caros e tóxicos necessários para as culturas transgênicas.
Desde 2006, integrantes do MCP produziram mais de 400 toneladas de variedades de herança tradicional de arroz, milho e feijão que estão sendo distribuídas para outros pequenos agricultores. O Programa de Sementes Crioulas está se tornando, rapidamente, um modelo de pesquisa participativa sobre a gestão sustentável da diversidade genética. Utilizando uma metodologia de camponês para camponês, o MCP está contribuindo para o resgate, avaliação, caracterização, seleção e conservação dos recursos genéticos locais.
O Programa de Sementes Crioulas, do MCP, valoriza a liderança das mulheres e contribui para a preservação de sementes locais e da biodiversidade agrícola. 26 grupos de mulheres também participam do programa. O MCP desenvolve uma metodologia específica para trabalhar com mulheres camponesas que inclui reuniões e treinamentos para resolver os problemas do patriarcado e incluir a perspectivas das mulheres sobre práticas de agricultura sustentável.
Os resultados são impressionantes:
- 348 toneladas de sementes crioulas foram vendidas para outras comunidades: 57 variedades locais de milho, feijão, mandioca e arroz, e dez culturas diferentes que são usados ​​para restaurar a fertilidade do solo.
- MCP ajudou a organizar, em Goiás, 40 bancos comunitários de sementes.
- A metodologia participativa do Programa de Sementes Crioulas está gerando novas oportunidades para os agricultores estudarem e implementarem práticas de agricultura sustentável, como a rotação de plantio, áreas de pastagem e adubação do solo naturais (orgânico).
- O Programa de Sementes Crioulas tem fortalecido as comunidades de pequenos agricultores para lutarem por melhores políticas de desenvolvimento rural e resistir aos impactos negativos do agronegócio em suas comunidades. 
- Através do Programa de Sementes Crioulas, o MCP tem sido capaz de construir conexões práticas e trocas de conhecimento com outras comunidades na América Latina e África que estão sendo impactadas pelas mesmas ameaças ambientais, econômicas e sociais.
O Programa de Sementes Crioulas continua influenciando famílias camponesas a aprenderem sobre a produtividade e acessibilidade na multiplicação de sementes locais. Elias Freitas Mesquita, coordenador regional do MCP, descreve isso da seguinte maneira: "O trabalho com sementes é um projeto incrível porque a comunidade quer ver para crer. Eles podem ver os resultados por si mesmos - que as nossas sementes locais são mais produtivas, resistentes a insetos e produzem culturas de melhor sabor que híbridos ou outras sementes".

* Texto por Grassroots International/ Tradução Comunicação MCP. Foto: Marina Munhoz. Todos os direitos reservados.

Silvânia tem o maior PIB da Região; Orizona aparece na 60ª posição no Estado

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A Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento de Goiás, através do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Sócios Econômicos, divulgou o resultado do PIB - Produto Interno Bruno dos municípios goianos do ano de 2010. O PIB avalia a riqueza gerada nos 246 municípios goianos, identificando seus perfis produtivos, assim como a produção de cada um, englobando a agropecuária, o comércio, a indústria e os serviços. 
Dez municípios goianos detêm mais de 60% do Produto Interno Bruto de Goiás. Em primeiro lugar está a capital, Goiânia, seguida de Anápolis, Aparecida de Goiânia, Rio Verde, Catalão, Senador Canedo, Itumbiara, Jataí, Luziânia e São Simão.
Na região da Estrada de Ferro, Silvânia é o município melhor colocado na classificação geral do PIB/2010. Silvânia é a 47ª colocada entre os 246 municípios goianos. Orizona é o 2º colocado na região e aparece na 60ª colocação estadual. Vianópolis tem a 80ª posição. Leopoldo de Bulhões obteve a colocação 106ª e Gameleira de Goiás 143ª. Já São Miguel do Passa Quatro ocupa a posição de número 157. 
Clique aqui para ter acesso ao estudo completo. As informações foram sintetizadas pelo portal Rádio Rio Vermelho de Silvânia.

* Texto por Anselmo Di Lima. Imagem: Prefeitura Municipal de Silvânia. Todos os direitos reservados.

Inaugurada a Unidade Beneficiadora de Mel da COAPRO

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A COAPRO - Cooperativa Mista Agropecuária dos Produtores de Orizona reinaugurou na última quinta-feira, 6 de dezembro, sua UBM - Unidade Beneficiadora de Mel, com a meta de chegar em breve a produzir cerca de 35 toneladas por mês. O projeto ganhou corpo depois da inscrição da unidade no SIF - Serviço de Inspeção Federal, emitido pelo Ministério da Agricultura.
A renovação da UBM contou com o apoio do Sebrae Goiás na capacitação dos produtores e profissionais envolvidos no projeto. Desde 2010 a Coapro gerencia a UBM, construída pela prefeitura de Orizona com recursos do Ministério do Desenvolvimento Agrário. A unidade fica próxima da sede administrativa da cooperativa, no Distrito Agroindustrial de Orizona, e faz parte de um projeto de incremento da apicultura na região Sudeste e Estrada de Ferro de Goiás.


Além do Sebrae-GO, integram a parceria a Apis Goiás - Associação de Apicultores de Municípios e do Estado, UFG e diversos órgãos dos governos federal, municipal e do estado. “Já negociamos com a prefeitura a aquisição das áreas próximas à UBM visando uma expansão. A partir de 2013, vamos diversificar a produção com compostos de mel que agreguem valor à produção. Por trás desse negócio, existem as pessoas e com elas o cooperativismo, por isso que acreditamos tanto nesse projeto”, disse o presidente da Coapro, Haroldo Max de Sousa (também presidente do Sistema OCB/SESCOOP-GO), na solenidade de reinauguração da UBM, que contou com produtores cooperados, diretores da cooperativa, representantes das entidades parceiras e autoridades políticas de Orizona, tendo à frente o prefeito Felipe Dias.






















Dos 584 produtores cooperados da Coapro (que tem no leite seu principal produto), cerca de 50 já se dedicam à produção de mel. Wanderson Portugal, diretor-técnico do Sebrae Goiás, ressaltou a importância da nova unidade para a produção de mel no estado. “O mel deve ser visto como uma atividade empresarial. Esta UBM não é uma unidade local, ela já tem relevância estadual e vamos elevar ainda mais essa importância integrando-a com produtores de outros estados a partir de um congresso que realizaremos no ano que vem”, afirmou Portugal.


* Texto com informações da Assessoria da OCB/SESCOOP-GO. Imagens: Anselmo Di Lima. Todos os direitos reservados.

Sebrae realiza treinamento sobre Lei Geral de Micro e Pequenas Empresas em Orizona

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O Sebrae-GO realiza nos dias 30 de novembro (sexta-feira) e 3 de dezembro (segunda-feira) oficinas de treinamento para servidores municipais e comerciante do município de Orizona em vista a garantir a implementação da Lei Geral de Micro e Pequenas Empresas. O treinamento será realizado na Câmara Municipal de Orizona.
No primeiro dia, será aplicada uma oficina sobre Compras Governamentais e uma palestra sobre a Lei Geral do Município, no período entre às 13 e as 17 horas. Na segunda, serão realizadas duas oficinas: a primeira sobre Desburocratização ao Atendimento das Micro e Pequenas Empresas em acordo com a nova lei e a segunda, sobre Empreendedor Individual. No último dia o treinamento acontece entre as 8 e as 17 horas.
A Lei Geral de Micro e Pequenas Empresas foi sancionada em dezembro de 2006 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A adesão do Município à lei foi aprovada pela Câmara Municipal no dia 5 de abril de 2011, em sessão ordinária da casa. O PL 03/2011 institui no município a Lei Geral Municipal das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, que dispõe sobre o tratamento jurídico diferenciado, simplificado e favorecido aplicável ao segmento, conforme as legislações federal e estadual vigentes.
A Lei Complementar estabelece tratamento diferenciado para as empresas enquadradas nas modalidades Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP) e Empreendedor Individual (EI) e permite garantir benefícios fiscais municipais, prioridade na aquisição de bens e serviços pelo Poder Público, incentivo na geração de empregos, na formalização de empreendimentos, na inovação e apoio ao associativismo, além da desburocratização na abertura e fechamento de empresas.
Para mais informações: (64) 3474-1491/ 3474-1492.

* Texto por Anselmo Di Lima. Imagens: HowStuffWorks/Agência Sebrae. Todos os direitos reservados.


Laticínio JL entre os melhores produtores de Queijos da região Centro-Oeste

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A IV Expolaco (Exposição de Produtos Lácteos do Centro Oeste), evento simultâneo a VIII Ffatia (Feira de Fornecedores e Atualização Tecnológica da Indústria de Alimentação), expõe produtos lácteos de indústrias da Região Centro-Oeste. O intuito deste evento é dar a oportunidade aos laticínios da região de apresentarem seu potencial produtivo e qualidade de seus itens, em uma feira específica do setor de alimentos. Parte da programação da Expolaco consistiu na realização do II Concurso de Produtos Lácteos do Centro-Oeste, que teve seu resultado final divulgado no dia 18 de outubro. Rômulo Pereira, executivo do grupo Piracanjuba, o grande premiado da noite, declara que “o prêmio é importante para a valorização das empresas da Região Centro-Oeste, que tem a oportunidade de expor produtos com o jeito e gosto da região".
Os produtos Valeza e Vale do Orizona, do Laticínio JL foram finalistas em quatro categorias: foi o vencedor na categoria Queijo Parmesão; foi 2º colocado na categoria Mussarela; foi 3º colocado nas categorias Queijo tipo Minas e e tipo Prato. Foram distribuídos onze prêmios, divididos entre quatro tipos de queijo, sendo eles mussarela, parmesão, minas e prato, sendo duas analisadas a cada dia do concurso, que teve seu início ontem, dia 17. O evento, que foi promovido pela Universidade Federal de Goiás (UFG), em parceria com o Sindileite/GO e Reed Multiplus, teve uma comissão julgadora de dez professores da área de alimentos, além de profissionais especialistas no segmento lácteo.
O veredicto final considerou aspectos como cor, textura, sabor e odor dos produtos, de acordo com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa). Adriana Souza, professora da UFG e juíza do concurso, afirma que não se postou diante dos produtos como especialista. “O objetivo é unir quesitos técnicos com o que seria atrativo ao olhar do público. Não selecionamos os vencedores apenas como especialistas, e sim também como compradores”, explica.
Lorrayne Borges, coordenadora do evento, explica que a intenção não foi simplesmente premiar empresas. “O nosso objetivo é incentivar a constante melhora e o aperfeiçoamento de qualidade destes expositores. Sendo assim, o prêmio é muito mais para o consumidor que para o vendedor em si”, afirma. Othon Violatti, diretor do grupo Mundial Química e patrocinador do concurso, segue a mesma linha de pensamento de Lorrayne. “Esta premiação é uma retribuição ao setor de lacticínios, uma espécie de apoio para que continuem aprimorando seus trabalhos”, comenta.

Lista de vencedores
Mussarela
1º Lugar: Bela Vista, Empresa Piracanjuba.
2º Lugar: Valeza, Empresa Laticínio Vale do Orizona.
3º Lugar: Itacolomy, Empresa Oscar Salgado.

Parmesão
1º Lugar: Valeza, Empresa Laticínio Vale do Orizona.
2º Lugar: Bela Vista, Empresa Piracanjuba.

Minas
1º Lugar: Bela Vista, Empresa Piracanjuba.
2º Lugar: Itacolomy, Empresa Oscar Salgado.
3º Lugar: Vale do Orizona, Empresa Laticínio Vale do Orizona.

Prato
1º Lugar: Bela Vista, Empresa Piracanjuba.
2º Lugar: Ponte Funda, Empresa Comanducaia.
3º Lugar: Valeza, Empresa Laticínio Vale do Orizona. 

* Texto com informações do Boletim VIII Ffatia. Foto: Laticínio JL. Todos os direitos reservados.

Artesanato com palha do milho gera renda para família camponesa de Orizona

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A venda das espigas de milho sempre foi uma das principais fontes de renda da família Pereira. Mas, esse cenário está mudando. Após entrar no MCP - Movimento Camponês Popular, a família passou a diversificar e reaproveitar a produção. Há uma década a camponesa Maria Isabel Pereira, conhecida como Belinha, amplia a renda da família com a palha do milho, antes descartada. “A gente plantava o milho por toda a vida, para vender e dar de comida para os animais. Em 2002 comecei a usar a palha para o artesanato e com o movimento o trabalho melhorou muito”, diz.
Bolsas, tapetes, cadeiras, flores, bonecas, anjos, santos e uma série de outros artesanatos são confeccionados pela camponesa, que mora na região do Taquaral, zona rural de Orizona, e iniciou a arte por opção. “Foi durante cursos para a produção de doces que descobri o artesanato e fui gostando”, comenta. O trabalho foi ampliando, mais mulheres se interessaram, e foi criada a Associação de Artesanatos de Orizona que, hoje, conta com a participação de 30 camponesas. O artesanato aumenta, significativamente, a renda das famílias.
O trabalho é de valorização do milho, da cultura camponesa e da mulher. São as mãos de Belinha que dão forma à criatividade, o trabalho é todo manual. “Eu amo este trabalho, porque a gente vê que a partir da natureza a gente transforma muita coisa. Eu gosto tanto que quando estou mexendo com o artesanato o dia passa e eu nem vejo”, conta. Belinha é também presidente da ASDAO - Associação dos Artesãos de Orizona.
O milho utilizado é o crioulo, cultivado de forma agroecológica, com boa produção sem o uso de caras tecnologias e que resgata o saber camponês. Na propriedade são cultivadas variedades que produzem palhas coloridas, então não é necessária a aplicação de coloração artificial, geralmente, de cheiro forte, altamente inflamável e danosa ao meio ambiente.
Além do milho, é reaproveitada a fibra da bananeira, casca de árvores, bucha vegetal e sementes do cerrado. “Tudo que a gente vê na natureza, caído no chão, e percebe que dura muito tempo, a gente pega”, afirma Belinha. O agronegócio da soja domina a região, mas desde que foi instalada a secretaria do MCP regional Estrada de Ferro, a luta das famílias camponesas está se fortalecendo e ampliando.

* Texto por Assessoria MCP. Imagem: Marina Muniz. Todos os direitos reservados.

Camponeses instalam banco de sementes em Orizona

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Camponeses e camponesas do MCP - Movimento Camponês Popular têm um banco de sementes na propriedade do casal Inês e Clarindo Lopes, em Orizona. A comunidade armazena variedades crioulas: uma de arroz, uma de café, duas de gergelim, três de milho, cinco de feijão e adubos verdes. Apenas de milho são 2.500 quilos de sementes. As famílias camponesas são acompanhadas por técnicos do MCP.
Com o fortalecimento da organização camponesa na região, por meio da criação da secretaria regional da Estrada de Ferro, as famílias camponesas planejam a criação de um banco de sementes definitivo, com melhor estrutura. “Estamos utilizando um pequeno galpão improvisado, mas até o próximo ano vamos construir um local adequado para o armazenamento de sementes”, diz Realino Lopes, camponês e técnico em agropecuária.
A luta não é só pela instalação dos bancos, mas por um campesinato melhor. Na região, as propriedade estão adotando práticas agroegológicas. “Nosso banco provisório permitiu que quase toda a comunidade entrasse em processo de transição para a agroecologia. Com o banco definitivo tenho certeza que vamos conseguir ser 100% agroecológicos.”, ressalta Realino. 
Ter autonomia camponesa, não precisar comprar sementes da Bayer, Bunge, Cargill, Du Pont, Monsanto, Pioneer, Sygenta ou meia dúzia de outras empresas que têm o monopólio das sementes, esse é o objetivo principal da criação dos bancos. A implantação de bancos de sementes crioulas permite que a comunidade camponesa tenha a posse das sementes.
Durante a época do plantio não é necessário ir ao mercado do município comprar sementes transgênicas ou híbridas, que após o cultivo geram sementes estéreis. Camponeses e camponesas vão aos bancos, instalados na comunidade, e pegam sementes crioulas. Ao final da safra, devem devolver uma quantidade maior.
A comunidade se integra para o manejo do banco, administrado de forma coletiva. O sistema de empréstimo e devolução permite o melhoramento e aumento da quantidade de sementes. É a agricultura camponesa dizendo não ao agronegócio da morte, conquistando autonomia e adotando práticas agroecológicas de cultivo.

* Texto da Assessoria de Comunicação do MCP. Imagem: Sandra Alves. Todos os direitos reservados.

De 12 a 16/09 tem a 4ª Festa do Leite de Orizona

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Com o mesmo empenho e dedicação dos anos anteriores, a diretoria do Sindicato Rural de Orizona, atualmente presidida por Domingos Sávio de Oliveira, juntamente com a Prefeitura Municipal, Câmara Municipal e demais parceiros, programaram juntos mais uma vez a já reconhecida e muito esperada Festa do Leite de Orizona. 
Evento que chega a 4ª edição marca também o 162º aniversário de Orizona e embora este ano não haja desfile cívico, a homenagem virá em forma de muitas manifestações, agradecimentos e felicitações por parte de todos aqueles que, de uma forma ou de outra, fazem ou já fizeram parte de uma história tão bonita que orgulha todos os seus habitantes. 
Como presente à população também se pode destacar a realização de vários shows artísticos de estilos bem variados, inclusive de artistas orizonenses. Assim, a grade de shows ficou definida: Dia 12/09(quarta-feira), Racyne e Rafael,13/09,(quinta-feira), MarcoAurélio e Montenegro,14/09(sexta-feira), Di Paulo e Paulino e no sábado dia 15/09 a animação ficará por conta de Cleber e Cauan, uma jovem dupla que vem se destacando no cenário musical brasileiro, apresentando-se em grandes eventos nacionais.
Da programação da festa consta ainda, o 28º Torneio Leiteiro, Exposição e Julgamento de Animais, Missa em Ação de Graças, Culto, Cavalgada e Leilão de Novilhas e Bezerras de Raça, esse último acontecerá no domingo dia 16 de setembro, mesmo dia da premiação dos eventos ocorridos. 
Premiação esta que deverá ser marcada por momentos de emoção uma vez que, a pedido das Famílias Marçal e Fermandes de Oliveira o torneio leiteiro leva o nome do saudoso e inesquecível Dr. José Geraldo da Silva.Fato esse que merece destaque face à enorme e constante contribuição que esse grande profissional e notável ser humano deu ao setor agropecuário orizonense, levando e elevando o nome do município por todo o Brasil. Ainda quanto ao torneio leiteiro a atual direção do Sindicato Rural de Orizona, traz como inovação deste ano a adoção de uma premiação dupla ao vencedor no sentido de, além de ganhar o troféu que permanece em seu poder por tríplice conquista, leva também outro troféu como forma de marcar de maneira definitiva a sua vitória no torneio. 
É com grande satisfação por tanto, que em nome do Sindicato Rural de Orizona, Prefeitura Municipal e Câmara Municipal, bem como dos nossos importantes e valorosos parceiros que convidamos a todos para prestigiar a 4ª Festa do Leite e homenagem aos 162 anos de Orizona, de 12 a 16 de Setembro no Parque de Exposições Médico-Veterinário José Geraldo da Silva localizado na Rodovia Orizona à Cachoeira Km 02 à esquerda, Antiga pista do Jeep Cross.
Confira abaixo a programação completa (clique abaixo para ampliar:



* Texto por Leonardo Ribeiro/ Assessoria de Imprensa do Sindicato Rural de Orizona. Todos os direitos reservados.

Organização de Feira Camponesa em Orizona

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Dia 30 de julho, a partir das 13 horas, na comunidade Sussuapara, em Orizona, o MCP - Movimento Camponês Popular realiza reunião sobre a implantação de feira camponesa na região. No dia 31, no mesmo horário, a reunião vai ocorrer na secretaria do MCP, em Vianópolis.
O MCP realizou, no final de julho, no Centro Comunitário Santa Rita, em Silvânia, um encontro com famílias camponesas do município.

Após o encontro foi acordada a implantação de uma feira camponesa na região. Além disso, os 40 camponeses e camponesas presentes na atividade vão se organizar para comercializar a produção pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O MCP Regional Estrada de Ferro conta, desde maio, com uma secretaria, fortalecendo a atuação nos municípios goianos de Pires do Rio, Orizona, Vianópolis e Silvânia.
O MCP organiza feiras camponesas em vários municípios, gerando renda para as famílias, inclusão social e debatendo o campesinato. A feira é organizada pelos grupos de base de cada região e tem a finalidade de promover um desenvolvimento rural justo.
Os alimentos são orgânicos, produzidos sem a utilização de agrotóxicos, fertilizantes químicos ou outras formas de envenenamento das pessoas, animais e maio ambiente. Havendo possibilidade de acesso à renda, estudo, lazer e cultura. Fatores que evitam o êxodo rural e o isolamento das famílias camponesas.

* Da Assessoria do MCP. Imagem: Michele Pantaleão. Todos os direitos reservados.

Programa Lavoura Comunitária inscreve até 27 de julho

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Estão abertas até o dia 27 deste mês as inscrições para associações, sindicatos, cooperativas e prefeituras, que queiram participar do Programa Lavoura Comunitária safra 2012/2013. A Seagro informa que o prazo não será prorrogado e que as inscrições devem ser feitas nos escritórios da Emater nos próprios municípios onde serão plantadas as lavouras. Caso não haja escritório na cidade, o responsável pela associação, cooperativa, sindicato ou prefeitura deve se dirigir ao escritório da Emater localizado na cidade mais próxima.
Somente as associações que estão em funcionamento regular há no mínimo cinco anos podem participar do programa. As associações e prefeituras, que têm pendências relacionadas às safras anteriores devem comparecer à Seagro, e procurar a Gerência de Programas Comunitários (telefones: 62 3201-8955 / 8926) para regularizar a situação.

* Com informações da Seagro-GO. Imagem: Macial Leossi. Todos os direitos reservados.

20ª Festa do Peão de Orizona: de 06 a 10 de junho

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Agricultor colhe abóboras de até 36 kg na zona rural de Orizona

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Um produtor rural de Orizona plantou três pés de abóboras e um deles tem despertado a atenção de outros agricultores e moradores da região. Algumas plantas chegam a pesar até 36 kg e o fazendeiro ainda garante que existem outras superiores no tamanho. "Na fazenda tem outras maiores do que essas", relata Sebastião Lourenço.
Sem comprovar por que as abóboras crescem constantemente, ele desconfia que a forma de adubação pode ter contribuído. "Acredito que foi por causa da cama de frango (espécie de 'tapete' colocado nas granjas para que os frangos não fiquem em contato direto com o chão) que eu coloquei como adubo", supõe o produtor rural.
De acordo com o engenheiro agrônomo Chukichi Kurozawa, esse tipo de abóbora pertence ao grupo das denominadas 'secas', que são conhecidas como gigante e canhão. Para ele, dois fatores podem ter contribuído para o crescimento excessivo das plantas: "O potencial genético da variedade e a aplicação de esterco de galinha, que é rico em nitrogênio, podem ter sido responsáveis por essa mudança genética. Com isso, as plantas são induzidas a formação de muitas flores masculinas e poucas femininas, o que gera frutos grandes".

* Com informações da TV Anhanguera/ Portal G1. Todos os direitos reservados.

Feira estimula agricultura familiar na região da Estrada de Ferro

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Com o intuito de contribuir para o fortalecimento da agricultura familiar no Território da Estrada de Ferro, vai ser realizada de 28 a 30 de outubro a Feira da Agricultura Familiar da região. Produtores rurais de 14 cidades vão expor e vender derivados de mandioca e cana-de-açúcar, além de açafrão, hortaliças e alimentos orgânicos. Móveis e tecidos fabricados artesanalmente também compõem a mostra.
A feira acontece no Centro de Comercialização da Agricultura Familiar do Território, no trevo de Vianópolis. Vai ter também a entrega do Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável da Estrada de Ferro, agendada para as 15 horas da sexta-feira, dia 28, além de apresentações culturais e folclóricas. A feira é coordenada pelo Conselho Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável da Estrada de Ferro.

* Matéria com informações do Portal de Notícias Goiás Agora. Imagem: Olívio Lemos. Todos os direitos reservados.

2º AGROCENTAF começa nesta quarta-feira

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O Centro de Formação da Agricultura Familiar Padre Leandro Caliman, de Silvânia, realiza de 28 a 30 de setembro, o 2º AGROCENTAF. Simpósio que tem como tema “Educaçao do campo para quem acredita no campo.” Serão três dias do palestras com tema importantes para a agricultura familiar. A programação é a seguinte:

Dia 28 de setembro:
Qualidade do leite – com o médico veterinário José da Silva Faleiro – instrutor do SENAR.
Avicultura para agricultura familiar – com o médico veterinário Benedito Machado – da Emater/Silvânia
Condução do Pomar – com Alexsander Seleguini – professor da Escola de Agronomia da UFG.

Dia 29 de setembro:
Suinocultura para a agricultura familiar – com o médico veterinário Benedito Machado – da Emater/Silvânia
Recria de Peixes – com a mestre Fernanda Gomes de Paula – professora da Escola de Veterinária da UFG
Meio Rural e Meio Ambiente – com o mestre Daniel de Paiva Silva – doutorando em ecologia e evolução da UFG
Produção de Eucalipto – com a Drª Sybelle Barreira – professora da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos da UFG

Dia 30 de setembro:
Importância da Assistência Técnica ao Produtor Rural – com o médico veterinário Marcelo Fernandes Resende – proprietário da empresa Classivel
Produção Orgânica de Hortaliças – com Paulo Marçal Fernandes – professor da Escola de Agronomia da UFG
Manejo Integrado de Pragas – também com Paulo Marçal Fernandes
Integração Lavoura Pecuária – com João Kluthcouski – pesquisador em solo e nutrição de Plantas da Embrapa arroz e feijão.

O 2º AGROCENTAF tem como público alvo estudantes e proprietários rurais. A inscrição é gratuita e pode ser feita na UBEC/CENTAF de Silvânia.
O Centro de Formação da Agricultura Familiar Padre Leandro Caliman funciona no Ginásio Anchieta e atende estudantes vindos de famílias de pequenos agricultores de cidades da região da estrada de ferro. O regime é de internato, com aulas teóricas e práticas para a formação de técnicos agrícolas. Os studantes nada pagam pelo curso e pelo internato. O Centaf/Silvânia é mantido pela UBEC – União Brasiliense de Educação e Cultura, também mantenedora da Universidade Católica de Brasília.


Fonte: Blog do Célio Silva

Vaca de Orizona é a segunda mais produtiva de Goiás

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A vaca Veruska do produtor Oleno Marçal foi a grande vencedora do torneio leiteiro de Orizona, realizado durante a 3ª Festa do Leite de Orizona, encerrada neste domingo, dia 18 de setembro. A matriz atingiu uma produção de 237,4 Kg em três dias, com três ordenhas diárias. A média diária foi de 79,13 Kg, a segunda maior registrada no Estado desde o início de 2010, de acordo com informações da Associação Goiana dos Criadores de Bovino da Raça Holandesa. No total 13 produtores rurais do município participaram do torneio.

A premiação dos vencedores foi realizada em solenidade que aconteceu neste domingo no Parque de Exposições Agropecuárias JV, com presença do prefeito Felipe Dias, o presidente do Sindicato Rural Hélio Frutuoso e de diversas lideranças do setor e produtores rurais. Confira a relação dos vencedores desta edição, com o nome da matriz e a premiação:
1º) Oleno Marçal (Veruska): 237,4 Kg - medalha, troféu e 5.625 reais em premiação.
2º) Sandoval Aleluia (Alemanha): 212,1 Kg - medalha, troféu e 3.200 reais em premiação.
3º) Ronaldo (Veluma): 180,05 Kg - medalha, troféu e 2.200 reais em premiação.
4º) Geovando Pereira (Nayara): 179,3 Kg - medalha, troféu e 1.400 reais em premiação.
5º) Danilo (Cortesia): 178,6 Kg - medalha, troféu e 800 reais em premiação.

Programação da comemoração dos 161 anos de Orizona

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Confira a programação do 161º Aniversário de Orizona e Festa do Leite 2011 - 3ª Edição, a ser realizada de 14 a 18 de setembro, no Parque de Exposições JV, promovidos pela Prefeitura de Orizona e Sindicato Rural de Orizona:

Dia 14/09 (quarta-feira):
Chegada dos animais da exposição.
22 horas - esgota do Torneio Leiteiro.
23 horas - show com a dupla Divino e Donizete; logo após show com Pedro Paulo e Miliquinho.


Dia 15/09 (quinta-feira):
06, 14 e 22 h - ordenhas do Torneio Leiteiro.
17 h - Grande Desfile Cívico em comemoração aos 161 anos de Orizona (Local: Bairro Cinelândia).
19:30 h - missa em ação de graças pelo aniversário de Orizona (Local: Bairro Cinelândia).
23 h - show com Renato e Raphel e Darli e Darleno.

Dia 16/09 (sexta-feira):
06, 14 e 22 h - ordenhas do Torneio Leiteiro.
19:30 H - culto em ação de graças pelo aniversário de Orizona (Local: Feira Coberta).
23 h - show com Walmir e Wilmar.

Dia 17/09 (sábado):
06, 14 e 22 h - ordenhas do Torneio Leiteiro.
8:30 h - julgamento de animais da Raça Holandeza.
13 h - leilão de bezerras e novilhas de alto padrão genético (Local: Orizona Leilões).
23 h - Grande Show com a dupla Maick e Lyan; logo após show com Nando e Nunes.

Dia 18/09 (domingo):
9 h - cavalgada da Paz, com saída do Parque de Exposições JV.
10 h - premiação do Torneio Leiteiro e encerramento da festa.

Orizona se despede de José Geraldo da Silva

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O município de Orizona e o Estado de Goiás perderam hoje, 9 de setembro, o veterinário José Geraldo da Silva, uma referência no Brasil Central na difusão de tecnologias junto a pequenos produtores. Zé Geraldo, como era mais conhecido, morreu vítima de um câncer. Ele estava em Goiânia quando perdeu a vida e seu corpo foi transladado hoje mesmo para Orizona, onde morava e trabalhava, onde morava desde 1977. Sua morte foi sentida no segmento agropecuário.
Na Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), onde trabalhou por praticamente toda a sua vida, o presidente da instituição, Luiz Humberto de Oliveira Guimarães, lamentou “a grande perda” e designou uma comissão para acompanhar o seu sepultamento em Orizona, liderada pelo diretor Nivaldo Costa. Zé Geraldo deixa viúva, Sara Soares da Silva, duas filhas e um filho.
Nascido em Campos Alto (MG), em 14 de novembro de 1950, formou-se em Técnico Agrícola em 1971, em Bambuí, Minas Gerais, e logo se mudou para Goiás para trabalhar com extensão agrícola pela Emater. Ingressou na Universidade Federal de Goiás e formou-se em Medicina Veterinária em 1977. A partir daí começou a desenvolver um trabalho de extensão agrícola voltado para a organização da pequena propriedade e com especificação na produção de volumoso de qualidade para consumo animal.
Em 1998, Zé Geraldo, como é conhecido, começou um trabalho com teste de cultivares de milho para utilização de silagem e adubação alternativa para a cultura em pequenas áreas. Desde então, já experimentou mais de 50 variedades de híbridos diferentes de milho. Recentemente realizou ensaios, em vários municípios em Goiás, com mais 30 híbridos de diferentes empresas. A pecuária leiteira deve muito a Zé Geraldo, tendo contribuído para o fomento das diversas raças dentro do perfil dos “índices de produtividade”. 
Era, sem dúvida, referência na alimentação animal, ressaltando sempre a importância da silagem, do pastejo rotativo. Com o pesquisador Arthur Chinelatto, da Embrapa Gado de Leite, desenvolveu o Programa Balde Cheio em Goiás. Com uma delegação de produtores chefiada por João Bosco Umbelino dos Santos, da Faeg, visitou também criatórios nos Estados Unidos, Nova Zelandia e Austrália.
Seu corpo foi velado na Igreja Luz Para os Povos, no bairro Cinelândia, com uma grande presença de lideranças, amigos e familiares e em seguida, sepultado.

José Geraldo, recentemente, concedeu uma entrevista e falou sobre vários assuntos:

BIP - Conte-nos sobre as suas atividades na produção leiteira. Quantos litros produzem por dia os produtores sob sua assistência?
JGS - Em julho de 1977 foi realizado um levantamento de produção de leite em Orizona - GO e era produzido 5.000 litros de leite/dia. Já em 2009, Orizona está produzindo em torno de 200.000 litros de leite/dia. Para se ter uma ideia do trabalho de assistência técnica que foi realizado pela extensão agropecuária aqui, temos como exemplo o produtor de Orizona, Joaquim Pereira dos Santos que, sob nossa assistência em 2007, estava com uma produção de leite de 180 litros/dia com 18 vacas e, em 2009, está com 580 litros/dia com um plantel de 40 vacas.Outro produtor de Luziânia - GO, Ednaldo C. Meireles, que em 2008 tinha 30 vacas com uma produção de 90 litros/dia, está em 2009 com 21 vacas em lactação com uma produção de 210 litros/dia. Todo este ganho é fruto de uma boa organização da propriedade e utilização de técnicas adequadas sob a supervisão de um técnico especializado.
BIP - O seu trabalho na produção leiteira é referência para várias regiões de Goiás, Minas e Distrito Federal. Conte-nos um pouco mais sobre esse trabalho e o que motiva a realizá-lo.
JGS - Iniciamos em Orizona, em 1978, um trabalho com 16 produtores de leite para a difusão do uso da silagem de milho. Em 1984 foram feitos mutirões da ensilagem, mesmo de forma manual, a fim de difundir a técnica na comunidade do Rio do Peixe e para todo o município. Muitos eram incrédulos naquela época. Hoje temos 1300 produtores de leite cadastrados em Orizona e 99% deles utilizam silagem. Hoje temos atuação através de parcerias com prefeituras, empresas oficiais e privadas que apoiam nosso trabalho. Temos grupos de produtores que são orientados nos municípios de Luziânia, Santo Antônio, Gameleira de Goiás, Silvânia, Alexânia, Abadiânia, Corumbá, Caiapônia, Montes Claros, Piranhas, Arenópolis e Orizona.

Fonte: Wandell Seixas/ Assessoria de Imprensa da SGPA.

 
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